quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Academia X boteco



Por que será que é mais fácil freqüentar um bar do que uma academia?
Para resolver esse grande dilema, foi necessário freqüentar os dois (o bar e a academia) por uma semana.
Vejam o resultado desta importante pesquisa:
Vantagem numérica: - Existem mais bares do que academias. Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho. *1x0 pro bar.**
Ambiente: - No bar, todo mundo está alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia amolece no primeiro gole de cerveja. - Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia. *2x0.**
Amizade simples e sincera: - No bar, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda.. Os companheiros do bar só reparam se o seu copo está cheio ou vazio. *3x0..*
Compaixão: - Você já ganhou alguma saideira na academia? Alguém já te deu uma semana de ginástica de graça? - No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja 'por conta'. *4x0.*
Liberdade: - Você pode falar palavrão na academia? *5x0*.
Libertinagem e democracia: - No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, problema é seu... - Na academia, dividir um aparelho dá até briga. *6x0.**
Saúde: - Você já viu um 'barista' (freqüentador de bar) reclamando de dores musculares, joelho bichado, tendinite? *7x0.*
Saudosismo: - Alguém já tocou a sua música romântica preferida na academia? É só 'bate-estaca' , né? *8x0.*
Emoção: - Onde você comemora a vitória do seu time? No bar ou na academia? *9x0.*
Memória: - Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos? *10x0 pro BAR!!!**
Portanto, se você tem amigos na academia, repasse este e-mail para salvá-los do mau caminho!**
PS: Você já fez amizade com alguém bebendo Gatorade???

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Nobres amigos, amigas e demais companheiros(as),



Primeiramente, gostaria de me desculpar pela demora em me pronunciar. Sei que aqueles que acompanham minha trajetória estavam ansiosos em saber o resultado das eleições que acabamos de concorrer. Confesso que o resultado não foi o esperado. Talvez tenha sido por isso, tive que ter este tempo a mais para me restabelecer e adaptar-me às circunstâncias. De resto, me convencer que minha vida terá um rumo diferente, mas nem por isto menos excitante.
Sei que neste mandato me esforcei ao máximo para dar o que há de melhor em mim, contribui com minhas idéias que considero boas, com minha disposição em ajudar o próximo, e o mais relevante, com humanismo. Mas o inevitável aconteceu justamente no momento em que eu me sentia mais segura e confiante. Penso que não estou só nesta experiência; o inevitável já tocou a vida de muita gente na face da terra. Alguns se recuperaram, outros cederam – mas todos nós já experimentamos o roçar de asas da derrota.
Precisei desse tempo para entender que há coisas que são colocadas em nossas vidas para nos reconduzir ao verdadeiro caminho. Outras surgem para que possamos aplicar tudo que aprendemos. E, finalmente, algumas chegam pra nos ensinar. Só ficou faltando entender alguns momentos difíceis pelo quais passei.
Hoje, ainda assustada com tudo isso, registro que tenho motivação suficiente para seguir colaborando na causa em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes e continuar celebrando a vida com todos os seus percalços. Foi um aprendizado (que aprendizado!) para mim. Aprendi que para não ver triunfar a nulidade, a injustiça, o rancor, ressentimentos, a inveja, a falta de ética, e as intenções funestas, não posso deixar de caminhar – com minhas incertezas e fraquezas – com pessoas de bem. Essas pessoas são maravilhosas e existem em grande quantidade.
Agradeço as maciças manifestações de solidariedade, carinho, as orações e os pensamentos positivos em torno da minha recondução. Elas me confortaram e me encheram de esperança de dias melhores. Tudo isso me alegra. No entanto, não posso deixar de constatar que as razões da minha não recondução, amigos, não estão associadas a vocês, e sim à fragilidade institucional do CDCA-DF, em especial a Comissão Eleitoral, em elaborar um processo onde prevaleça o respeito, principalmente, aos Direitos da Criança e do Adolescente, que é prioridade absoluta!
Então, amigos não posso esquecer de começar meus agradecimentos, pela primeira eleição. Pela votação a mim credenciada há três anos atrás, que me deu o titulo de Conselheira Tutelar, triênio 2006 a 2009, quero que todos saibam que esta vitória não foi uma conquista particular, e sim coletiva de todos nós que procuramos fazer uma sociedade mais justa, aqui em especial, que os direitos de nossos meninos e meninas sejam reconhecidos e respeitados. Para mim é tamanha a felicidade saber que tenho muitos amigos que me admiram, respeitam e confiam no que faço. Foi muito gratificante para mim estar entre vocês e receber os parabéns e abraços de muitos amigos dizendo pra que eu continue sendo esta pessoa que sempre represento onde quer que eu esteja.
Bem, nessa nova eleição, obtive 432 votos suados, pois quem contribuiu para essa votação expressiva, sabe como foi esse dia. Votos esses que me levaram a primeira suplência, com apenas 05 votos de diferença do 5º colocado . Quero dizer ainda que, valeu apena, valeu apena mesmo, pela experiência obtida, pelo aprendizado que tive, pela participação maciça da comunidade que entendeu e que deu sua contribuição apoiando essa causa tão justa.
Em fim, agradeço imensamente a todos os meus amigos e simpatizantes que votaram e acreditaram em mim. Quero desafiar a todos – e me incluo nesse meio – para que militem e participem mais da política em todas as suas formas. E dizer que, se não como Conselheira, mas de outras formas, continuarei ajudando na construção de uma Capital da República mais justa e desenvolvida para nossas crianças e adolescentes.
Aqui fica também o meu recado, aos cinco conselheiros escolhidos para representar o Gama até 2012, que lutem e não meçam esforços, e nem se curvem diante das dificuldades que poderão enfrentar pela frente.
Mais uma vez, aqui ficam meus agradecimentos imensuráveis!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Eleições para os Conselhos Tutelares do DF (Gama)





Eleições para os Conselhos Tutelares do DF




Dia 04 de Outubro de 2009 das 8 às 17 horas

Locais de votação:

CEM 01 (CG) – EQ 18/21 AE SETOR LESTE

CEF 01 (POLO) – EQ 01/02 AE SETOR NORTE

CEF 08 – QUADRA 02 AE SETOR SUL

EC 06 - EQ 09/19 SETOR OESTE

EC CASA GRANDE – N. RURAL CASA GRANDE

DOCUMENTOS:

TÍTULO DE ELEITOR E RG.

“ (...) Reconhecendo que a criança, para o pleno e harmonioso desenvolvimento de sua personalidade, deve crescer no seio da família, em um ambiente de felicidade, amor e compreensão (...)”

(Preâmbulo da Convenção Sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas)


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Câmara recebe proposta para criação de 27 conselhos tutelares no DF




Prudente (E), com representantes do Sindjus e de órgãos tutelares (Foto: Valcir Araújo/Sindjus)
A Câmara Legislativa recebeu na tarde desta quinta-feira (25) uma Proposta de Emenda à Lei Orgânica (PELO), de inciativa popular, para a criação de 27 conselhos tutelares no Distrito Federal. A Proposta conta com a assinatura de 30 mil eleitores do DF - o mínimo, de acordo com a Justiça Eleitoral, seria de 20 mil assinaturas, ou 1% dos eleitores.
A Proposta foi entregue pelo coordenador do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e do MPU do DF (Sindjus), Roberto Policarpo; pelo Promotor de Justiça de Defesa da Infância e Juventude, Pedro Oto de Quadros, e por um representantes da Associação dos Conselheiros Tutelares. Ao receber o documento, o presidente da Câmara, deputado Leonardo Prudente (DEM), prometeu uma análise detalhada da iniciativa. O documento será encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para exame da admissibilidade.
A campanha de mobilização para coleta das assinaturas teve a participação do Sindjus, do Ministério Público do DF e Territórios e dos próprios conselheiros turelares.
A PELO prevê o funcionamento durante 24 horas dos atuais conselhos tutelares das cidades, inclusive nos fins de semana, e a criação de outras unidades para que todas as cidades do DF tenham pontos de atendimento, como prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Atualmente o DF conta apenas com 10 conselhos tutelares para atender a demanda de uma população de aproximadamente dois milhões de habitantes. Segundo recomendação do Conselho Nacional dos Direitos da Criança (Conanda), deve-se criar um conselho tutelar a cada 200 mil habitantes ou em densidade populacional menor quanto o município for organizado por regiões administrativas.
Luís Cláudio da Silva Alves - Coordenadoria de Comunicação Social da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Fenômeno criança e adolescente em situação de moradia na rua, alvo da nossa incessante busca por soluções nos últimos anos.


Geovane Rodrigues
23 Jun 2009

Uma criança ou um adolescente que mora na rua e quer sair de lá, só precisa de uma oportunidade. E que oportunidade é essa? Uma chance vinda dos políticos e da própria população. As crianças não querem morar na rua; elas são forçadas pela própria família a ir para as ruas trabalhar ou pedir esmolas, muitas quando não levam dinheiro pra casa, apanham. Vivem numa escravidão.

As crianças merecem estudar e serem protegidas pela família para, quando chegar a hora, conseguirem um emprego, ajudarem a própria família e a sociedade inteira. Se as crianças continuarem morando nas ruas, pessoas de outros países vão achar isto muito feio e não vão querer viajar mais para o Brasil, isto vai prejudicar o turismo. Se eu fosse o presidente do Brasil e me perguntassem como eu poderia melhorar o país, eu iria pensar nas crianças moradoras de rua em primeiro lugar. Uma frase que mudaria nosso país? Não temos crianças morando nas ruas. Para mim o Brasil só será um país independente quando acabar com a miséria e com o problema das crianças que moram nas ruas. Com estes problemas, nosso país nunca irá para frente. Vejo que em quase todos os estados existem crianças morando nas ruas e isto é muito vergonhoso.

Sou um adolescente ex-morador de rua. Nunca cheirei cola, mas vi muita tristeza e sofrimento. Vi pessoas procurando comida em latões de lixo e passei muita fome. Dormi muito em cima de pedaços de papelões. Na rua vi pessoas doentes sem ter para onde ir, um homem que morreu de infarto dentro do terminal do Siqueira e uma mulher atropelada na Av. José Bastos. Eu era bem pequeno, mas estas lembranças sempre me acompanham. Pra não dizer que não vi alegria, lembro de um menino que decidiu morar na rua, ele me contou que não agüentava mais apanhar de sua família. Minha infância foi destruída, quando nasci não conheci minha mãe, ela me deu para uma mulher criar, não conheci meu pai, só conheci minha mãe aos sete anos e meu pai aos treze. Nunca me adaptei nas casas dos outros, por esses motivos fui para a rua em busca de felicidade, no começo não senti muita dificuldade, mas logo comecei a ser agredido pelos adultos e também pelos meninos maiores. Superei com a ajuda de algumas pessoas e hoje estou numa Instituição me preparando para voltar para minha família. Aqui no Sítio O Pequeno Nazareno, estou estudando, posso brincar e jogar futebol nas horas vagas. Quando estava nas ruas tomei uma decisão, apesar do sofrimento não me envolvi com drogas, se isso tivesse ocorrido talvez hoje eu já teria morrido.

Por tudo isso é que eu sonho com o dia em que o Brasil vai se tornar o melhor país do mundo. O dia em que suas crianças não irão dormir nas ruas!


Geovane Rodrigues da Silva, 14 anos
Ex-morador de rua, estudante do 8º ano.
EEFM Clóvis Monteiro

terça-feira, 23 de junho de 2009

Bernardo Rosemeyer 23 Jun 2009.



A Campanha Nacional "Criança não é de Rua", foi lançada no Senado Federal em fins de 2005 e já soma quase 400 entidades nacionais, apresentou recentemente na Assembléia Legislativa do Ceará e, em seguida, no Museu Nacional de Brasília, a pesquisa "Censo de exclusão ou falta de inclusão nos Censos"(disponível no site www.criancanaoederua.org.br) . Num esforço pioneiro, uma equipe do Departamento de Ciências Sociais da UFC, reuniu numa obra todos os dados disponíveis atinentes à quantidade de crianças e adolescentes em situação de moradia na rua. O resultado da pesquisa contraria em cheio os números astronômicos irrefletidamente difundidos ainda hoje por entidades nacionais e internacionais, o trabalho desnuda a ausência de uma metodologia nacional unificada de coleta de dados. Todavia, uma interpretação mais ampla dos dados fornecidos pelas capitais de nosso país, corrobora a nossa estimativa de que o universo infanto-juvenil que tem a rua como a sua referência de moradia, no Brasil, contabiliza algo em torno ou abaixo de 25.000 crianças e adolescentes.Diferentemente do passado, hoje é plenamente possível visualizar um programa nacional de inclusão social desse perfil infanto-juvenil, resumido no parágrafo seguinte:Cada estado há de fazer um levantamento censitário anual a partir de uma metodologia nacional única. Os dados são fornecidos pelo próprio educador social de rua que melhor que ninguém conhece a realidade. A partir desse acompanhamento censitário é formulada a política pública nacional que prevê investimentos massivos nas famílias que têm filhos ou filhas em situação de moradia na rua para favorecer o retorno familiar a partir da remoção das barreiras de natureza econômica. Os entraves subjetivos dos relacionamentos intra familiares são enfrentados com o auxílio de uma equipe interprofissional. Quando o retorno familiar continua impossível, à criança e ao adolescentes há de assegurarse o direito ao acolhimento num espaço alternativo à rua. É sabido que hoje há entidades no Brasil que operacionalizam o acolhimento de crianças e adolescentes com vivência de moradia na rua e cuja assistência resulta na insersão do jovem no mercado de trabalho. Não adianta tergiversar! Postulamos por um investimento federal a ser repassado para os municípios, onde há crianças e adolescentes que desvincularam-se de suas famílias e passaram a viver nos logradouros públicos, nos moldes dos programas de erradicação do trabalho infantil, do combate à exploração sexual e outras. Asseguro que o investimento per capita seria infinitivamente menor comparado com o custeio de uma medida sócio-educativa de internação de um adolescente que não recebeu a oportunidade, continuou morando nas ruas e chegou a cometer um ato infracional grave (chega em alguns estados a R$ 5.000,00 por mês, por adolescente). Já nos reunimos em 24 estados brasileiros com os atores sociais que atuam nessa área. Debatemos com inúmeros representantes políticos, gestores de OG´s e ONG´s e atestamos que no Brasil existe uma imensa sensiblidade e uma predisposição de fazer um salto de qualidade na questão sob exame. A caminhada proposta é árdua e longa. Não alimentamos ilusões, pois não é nada fácil, principalmente para os adolescentes encontrar a porta da saída da rua. Mas tenho plena convicção que ao trilharmos esse caminho todos juntos, esse vai ser salvífico, redentor e humanizante tanto para o público-alvo infanto-juvenil como para todos nós!
Bernardo RosemeyerCoordenador Geral da Campanha Nacional Criança Não É de Rua

www.criancanaoederua.org.br

domingo, 24 de maio de 2009

Conselhos Tutelares em todas as cidades

Galerinha do Bem,

Os Conselhos Tutelares do DF estão numa campanha para conseguir, no mínimo, vinte mil assinaturas da população para emenda à Lei Orgânica do DF. Com isso serão criados mais Conselhos Tutelares e reestruturados os já existentes. Vocês poderão assinar o abaixo-assinado procurando o Conselho tutelar mais próximo de sua casa. Atualmente, existem Conselhos nas cidades de Brasília, Gama, Brazlândia, Paranoá, Sobradinho, Planaltina, Samambaia, Ceilândia, Taguatinga e Santa Maria. Só a mobilização de todos garantirá a criação de, pelo menos, um Conselho em cada região e o atendimento 24 horas dos Conselhos. Gente, participem! Essa é a forma de garantir a integridade das nossas crianças e adolescentes e isso não pode esperar... Então, mais uma vez, se você tem mais de dezesseis anos e possui Título de Eleitor, exerça sua cidadania!


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sábado, 2 de maio de 2009

Corte Interamericana de Direitos Humanos confirma a obrigatoriedade para proibir e eliminar todo e qualquer castigo físico em crianças



A Corte Interamericana de Direitos Humanos confirmou a obrigatoriedade sobre os direitos humanos de todos os Estados Membros da Organização dos Estados Americanos (OEA), para proibir e eliminar todo e qualquer castigo físico em crianças.

Em dezembro de 2008 a Comissão Interamericana de Direitos Humanos fez um pedido formal para que a Corte Interamericana de Direitos Humanos emitisse um parecer consultivo sobre se o castigo físico em crianças seria compatível com os diversos artigos presentes na Convenção Americana de Direitos Humanos e na Declaração Americana de Direitos e Deveres do Homem.

Referindo-se ao artigo 1º (nao discriminação), 2º (obrigação de adaptar as leis domésticas à Convenção Americana), 5º (direito a tratamento humano) e 19 (direitos da criança) da Convenção Americana e o artigo VII (direito à proteção para mães e crianças) da Declaração Americana, a Comissão perguntou à Corte se essas previsões, à luz dos interesses da criança, obriga os Estados Membros da OEA (1) a “regular a autoridade e proteção paterna de forma a proteger as crianças contra qualquer tipo de punição física”; e (2) a “adotar medidas legislativas com o propósito de assegurar que as crianças não serão alvo de castigo físico como método de disciplina dentro da família, nas escolas ou em qualquer outra instituição”.

A base para petição da Comissão foi, primeiramente, que não existe nenhuma norma no contexto Interamericano que claramente diga que o castigo físico deveria ser proibido por ser incompatível com o respeito aos Direitos Humanos. Em segundo lugar, o castigo físico é amplamente praticado e considerado lícito pela maioria dos Estados. Mesmo que a maioria dos Estados tenha ratificado a Convenção sobre os Direitos da Criança, muito poucos têm adaptado as respectivas legislações nacionais em consonância com a Convenção. A Comissão argumentou que uma declaração por parte da Corte sobre a questão teria uma influência positiva sobre a eliminação e a proibição de castigos corporais e por outras reformas legislativas nos estados em questão.

Em resposta ao pedido, a Corte deixou claro que não há necessidade de emitir um parecer consultivo sobre o assunto, porque as perguntas podem ser respondidas com referência à atual jurisprudência da Corte “bem como das obrigações emitidas pelos outros instrumentos internacionais ratificados pelos Estados da região”.

A Corte remete à Convenção sobre os Direitos da Criança, e observa que a obrigação dos Estados em respeitar as reponsabilidades, direitos e deveres dos pais está sujeita ao “dever de estabelecer o interesse superior da criança como elemento fundamental da sua educação e desenvolvimento, quer seja pelos pais, quer seja pelos responsáveis legais”. A Corte também se refere aos deveres dos Estados de: (1) adotar medidas necessárias para assegurar que a disciplina escolar seja ministrada de maneira compatível com a dignidade humana da criança e em conformidade com a própria Convenção (art. 28); (2) adotar todas as medidas legislativas, administrativas, sociais e educacionais apropriadas para proteger a criança contra todas as formas de violência física ou mental, abuso ou tratamento negligente, maus tratos ou exploração, inclusive abuso sexual, enquanto a criança estiver sob a custódia dos pais, do representante legal ou de qualquer outra pessoa responsável por ela (art. 19); (3) zelar para que nenhuma criança seja submetida a tortura nem a tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes (art. 37).

Com referência ao Comentário Geral n.º 8, adotado pelo Comitê dos Direitos da Criança, a Corte chama especial atenção para as definições de “punição corporal” e “outras formas cruéis ou degradantes de punição”, à sua incompatibilidade com a Convenção sobre os Direitos da criança no lar e família, como em qualquer outro ambiente, e as normas estabelecidas pelo Comitê para proteger as crianças contra o castigo corporal, que incluem medidas de avaliação legislativa, acompanhamento e monitoramento. A Corte sublinha a visão do Comitê que diz que “a eliminação da violência e humilhante castigo das crianças é uma obrigação imediata e incondicional dos Estados Partes”.

A Corte também chama a atenção para sua própria jurisprudência, enfatizando, por exemplo, que as crianças “têm direitos e não são apenas um objeto de proteção”, que têm os mesmos direitos que todos os seres humanos, que o Estado deve proteger esses direitos em esfera privada bem como em esfera pública, e que isso requer, entre outras, medidas legislativas.

A proteção das crianças contra a punição corporal começa com a adoção de uma disposição legal que bane a utilização de punição corporal. Mas a sua implementação efetiva obriga o Estado a garantir os mecanismos adequados, programas e políticas de apoio à família no processo de aprendizagem e de utilização de uma disciplina positiva na educação dos filhos. Só dessa forma o Estado pode garantir sociedades menos violentas e que respeitem os direitos humanos.

Link para a Resolução no site da Corte Interamericana de Direitos Humanos: http://www.corteidh.or.cr/docs/asuntos/opinion.pdf

(Por Oto de Quadros, MPDFT/PDIJ)


sexta-feira, 3 de abril de 2009

NOTA PÚBLICA

Em reportagem do DFTV 1ª edição do dia 26 de março de 2009, sobre o roubo de oito carros naquela madrugada, o jornalista Alexandre Garcia proferiu o seguinte comentário "de que nada adianta aumentar a pena para seqüestro relâmpago se a maioria dos casos é cometida por menores".

O Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal - Cedeca DF vem a público contestar as palavras do jornalista e tecer as seguintes considerações sobre o comportamento da mídia em situações de delitos envolvendo adolescentes.

Acreditamos que um jornalismo responsável, ao divulgar informações e proferir opiniões, deve no mínimo embasar suas informações em dados verossímeis.

Segundo o Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para prevenção do delito e tratamento do delinqüente (ILANUD), do total de crimes cometidos no Brasil menos de 10% são de responsabilidade dos adolescentes. Ou seja, o universo de adolescentes que cometem atos infracionais semelhantes às condutas de crimes no país é bem pequeno.

Além do mais, o Sistema Socioeducativo brasileiro garante a responsabilização dos adolescentes autores de ato infracional podendo o juiz da infância e da juventude, conforme o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), aplicar as medidas de: I - advertência; II - obrigação de reparar o dano; III - prestação de serviços à comunidade; IV - liberdade assistida; V - inserção em regime de semi-liberdade; VI - internação em estabelecimento educacional e VII - medidas de proteção do art. 101, I a VI, do mesmo Estatuto.

A prioridade de acordo com o ECA é a colocação do adolescente em medidas em meio aberto (prestação de serviço à comunidade e liberdade assistida), para que a socioeducação se implemente em ambiente mais favorável, e excepcionalmente em espaços de restrição de liberdade, quando o adolescente pratica delitos mais graves (com violência ou grave ameaça).

Apesar do que determina o Estatuto, para o Poder Público do Distrito Federal tais medidas nunca foram prioridades. Analisando o orçamento 2008 quanto aos recursos destinados aos adolescentes em prestação de serviço à comunidade, o DF orçou R$ 450.000,00, empenhando apenas R$ 62.023,75 (14% do valor original) para atender 528 adolescentes. Quanto às medidas de liberdade assistida, o Distrito Federal destinou o patético valor de R$ 778,00, liquidando R$ 563,43 para atender uma média de 1.500 adolescentes. 

Diferente do que é divulgado de forma inconseqüente pela mídia, o sistema socioeducativo responsabiliza sim os adolescentes que cometem infrações. Pela baixa execução orçamentária e pela má qualidade do serviço prestado no DF, todavia, tal responsabilização normalmente é de baixa qualidade.

É relevante informarmos aos profissionais dos órgãos de comunicação social que toda vez que se pronunciam pelo aumento do rigor no tratamento dos adolescentes, se aliando ao discurso daqueles que defendem dentre outras coisas a redução da maioridade penal, demonstram ignorância sobre a realidade da prática de delitos no DF.

Segundo dados do IBGE (PNAD/2007) existem no DF 425.000 pessoas entre 10 e 19 anos. Nesse universo apenas 2.675 adolescentes estão no Sistema Socioeducativo, sendo 388 cumprindo medidas de internação (Levantamento Nacional do Atendimento Socioeducativo ao Adolescente em Conflito com a Lei feito pela Presidência da República em 2008). Portanto, menos de 1% dessa população contribui para a prática de delitos e em torno de 0,01% comete aqueles considerados mais graves.

Ademais, não há dados que comprovem que medidas mais duras, como o rebaixamento da idade penal, reduzam os índices de criminalidade juvenil. Ao contrário, o ingresso antecipado no falido sistema penal brasileiro expõe o adolescente a mecanismos reprodutores da violência, como o aumento das chances de reincidência, uma vez que as taxas nas penitenciárias ultrapassam 60% enquanto no sistema socioeducativo se situam abaixo de 20% (CONANDA/2007).

Registra-se ainda que a supracitada reportagem ignorou que no caso concreto os dois adolescentes estavam sob a influência de entorpecentes, uma conseqüência direta da inexistência no Distrito Federal de política publica de prevenção e tratamento da questão das drogas. Analisando o orçamento do DF de 2008 é possível observar que não existiu gasto especializado nesse quesito para a infância e juventude, apesar da Justiça já ter determinado em função de ação proposta pelo Ministério Público.

Por fim, destacamos que posturas como essa do jornalista Alexandre Garcia, que infelizmente são cotidianamente difundidas nos principais meios de comunicação, apenas aumentam os preconceitos sobre o tema, fomentando o cerceamento de direitos sobre a juventude brasileira e sem discutir as reais causas do problema da prática de delitos no Distrito Federal, que é a total omissão do Poder Público quanto à elaboração de políticas públicas eficientes (educação, saúde, assistência social, profissionalização, esporte, habitação, trabalho, cultura, lazer, etc), além da latente necessidade de qualificar o Sistema Socioeducativo nesta Unidade da Federação.

Contatos Cedeca DF

Coordenadora Executiva - Perla Ribeiro

Assessor de Comunicação - Fabrício Cândido

(061) 3274-7671

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Liberdade para se amar...




Embora esta afirmação seja muito simples e clara, a maioria das pessoas não consegue se amar e, portanto, são incapazes de sentir amor pelos outros.
Se você quer sentir amor, precisa começar por amar a si mesmo. Primeiro tem de amar e respeitar seu corpo. Compreender o valor deste corpo. Torná-lo forte através de caminhadas, de alimentação saudável e natural, da meditação diária. Alimentação saudável é um grande passo para começar a se amar. Este corpo é seu amigo e não se pode ser desleal com um amigo. Você precisa amar e cuidar bem dele, pois é a casa onde você mora.
Sinta prazer de morar na sua 'casa-corpo' e para isto descubra o que você gosta de fazer para seu corpo ficar flexível, rejuvenescido, energizado, saudável. Não faça exercícios que lhe façam sofrer, porque quem se ama respeita seus próprios limites.
Você pode praticar alongamentos e as posturas da hatha yoga que trazem tantos benefícios. Pode andar diariamente, admirando a paisagem, a beleza da natureza, se acalmando e se exercitando ao mesmo tempo, fazer sexo também é um ótimo exercício tanto para o corpo como para a mente, principalmente quando se pratica com a pessoa que você gosta e que lhe dê prazer. Você pode nadar, fazer hidroginástica, ou qualquer outro exercício que contribua para a saúde do seu corpo.
Alimentar-se saudavelmente é um ato de amor a si mesmo. A alimentação saudável é um combustível para o corpo, criando novas células, dando energia e evitando o envelhecimento. É o melhor remédio para muitas doenças e até para preveni-las. É necessário ter o discernimento de comer o que é benéfico e não apenas o prazeroso que gera doenças e enfraquece o corpo. Compreender que alimentos gordurosos, pesados, com muito açúcar e sem valor nutritivo são apenas vícios que trazem problemas de saúde, de obesidade, minando o bem-estar.
Muitas vezes, a pessoa se empanturra de muita comida e doce apenas por carências internas. Quando você se amar mais, com certeza, vai evitar alimentos que lhe prejudiquem, bebidas alcoólicas, cigarro e outros vícios nocivos, porque você não quer fazer mal a você mesmo. Você entende que merece o melhor. Merece a saúde e a disposição física.
Leia sobre uma boa nutrição. Use o discernimento para se alimentar bem. Siga também sua experiência. Ouça e compreenda seu corpo, pois ele tem muita sabedoria. Seja seu amigo e cuide bem de você!
Para o bem–estar do corpo, precisamos aprender a relaxar para eliminar as tensões que vão se acumulando no corpo e na mente devido às preocupações e desafios da vida. Com o relaxamento e a meditação, você libera as tensões e estresse, dissolve as ansiedades. Você se sente mais descansado, mais energizado, mais paciente.
O relaxamento e a meditação são essenciais para o processo curativo, para permitir que energias curativas fluam dentro de nós. Você se ancora interiormente. Sente apaziguamento e apoio interior. Você aprende a viver o momento presente, que é o único momento que existe.
Cuide-se!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009



MONSTROS TUTELAR

Trouxe meu filho aqui pra você dar um susto nele!”

Qual conselheiro tutelar nunca ouviu um pedido deste?
Trata-se de um engano muito comum. Algumas vezes a comunidade outras vezes autoridades e de vez em quando até conselheiros tutelares confundem o Conselho Tutelar com um órgão de punição ou repressão.

o Consultor dos Direitos da Criança Luciano Betiate, no seu portal (http://www.portaldoconselhotutelar.com.br/artigo_monstros_tutelar_texto.htm) fala sobre este engano e da necessidade urgente em abolir dos Conselhos Tutelares qualquer característica repressora ou punitiva. Mas em alguns pontos discordo dele, principalmente quando ele diz que "É realmente de chorar, conselheiros tutelares assumindo o papel do bicho papão, e atendendo sua clientela, crianças e adolescentes com direitos violados, como se estes fossem os grandes culpados da violação de seus próprios direitos", entre outras colocações. Fala sério... Agora concordo sim, que os pais, escolas e outras instituições que trabalham com crianças e adolescentes, criam esses "monstros" nas cabecinhas das nossas crianças e adolescentes para alcançarem resultados imediatos, principalmente para que elas fiquem quietinhas e obedientes, isso pode ocorrer sim, como aquela famosa ameça " se você não ficar quietinha e obediente, eu levo você e te deixo lá no Conselho Tutelar. Qual conselheiro ainda não ouviu isso? Digo isso por experiência própria, de ouvir crianças e adolescentes perguntarem durante o atendimento se elas estavam mesmo no lugar certo, ou que esperavam que o Conselho Tutelar fosse um lugar onde as crianças que fossem pra lá nunca mais voltariam pra casa ou viriam seus pais. Não acredito que esses mitos sejam criados pelos conselheiros, em nenhuma das hipóteses. Muita das vezes, somos abusados por autoridades, por pais, escolas, etc.., requisitando ou até mesmo exigindo coisas que não estão no rol de nossas atribuições, despersonificando o papel do conselheiro Tutelar.
Achar que conselheiro tutelar não sabe diferenciar o código de menores do Estatuto da criança e do adolescente (ECA)... Fala sério!

Leiam todo o material no portal relacionado acima.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Meu video querido!

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Desabafo!!!

Há alguns dias venho com um nó na garganta. Fico impressionada como nossos representantes políticos podem ser tão fugazes. E sei que por mais fugazes que sejam, entre os políticos demagogos e o povo há sempre um caso de amor. Felizmente, as mais das vezes, infértil.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

HAPPY BIRTHDAY TO ME (01/02)


Se me oferecessem a chance de voltar no tempo e fazer tudo diferente em minha vida, eu recusaria. Não, eu não trocaria minha vida por outra... afinal de contas tem sido muito bom me descobrir tão feliz depois de tantos anos esperando por isto...

 

It's really good to be me!

 

"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas simplesmente existe." (Oscar Wilde)



HAPPY BIRTHDAY TO ME (01/02)

 


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Política e Moral




Não sabemos se haverá ingenuidade em desejar moral na política e se não terá havido em qualquer nação governantes em que o carácter e a dignidade pessoal tenham julgado de um dever entrar também na vida pública, regrando processos de administração. Não sabemos. 
O que sabemos é que a desordem e imoralidade políticas têm um efeito corrosivo na alma das nações. E o abastardamento do carácter nacional não pode deixar de influir no desenvolvimento e progresso de um povo, sob qualquer aspecto que o queiramos considerar. 

António de Oliveira Salazar, in 'O Ágio do Ouro - Banco de Portugal (1916)'
 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Oito mil crianças estão fora da escola


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Enquanto sobram vagas no Plano Piloto para crianças com quatro e cinco anos, mais de oito mil meninos e meninas nessa faixa etária começam o ano fora da sala de aula, o equivalente a 30% dos pedidos de matrícula feitos pelo telefone 156 para o ensino infantil. De acordo com o balanço do Telematrícula de 2009, o problema é mais grave em Itapoã e São Sebastião, onde apenas 27% e 34% da demanda, respectivamente, foi atendida.
 
Desde julho do ano passado, é obrigação legal dos municípios e das unidades da Federação a garantia de vagas para crianças cujos pais procuraram matricular seus filhos. A Lei Federal nº 11.700 garante às crianças a partir de quatro anos de idade o direito a uma vaga na rede pública, no ensino infantil e fundamental, em escola próxima à região onde moram.
 
Segundo o secretário de educação do Distrito Federal, José Luiz Valente, as vagas serão abertas na medida em que ficarem prontas as 29 novas escolas em construção e as 13 que passam por reformas. “Vamos remanejar os alunos dos ensinos fundamental e médio para os novos estabelecimentos e adequar os antigos espaços”, afirma.
 
Fonte: Correio Braziliense (DF), 10/01/2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

DF: Inclusão digital para 36 mil em 2008

O programa DF Digital, promovido pela Secretaria de Ciência e Tecnologia e Fundação de Apoio à Pesquisa (FAPDF), em parceria com Oscip Programa Providência, oferece à população do Distrito Federal oportunidades de inclusão digital com cursos de informática e internet, participando também do processo de inclusão social com cursos de qualificação para o mercado de trabalho.
 
O DF Digital possibilitou a qualificação e formação digital de 36 mil alunos em 2008. Desse total, 2.468 são alunos da rede pública de ensino integral com idade entre sete e dez anos. Todos os estudantes que concluem os cursos passam a fazer parte de um banco de talentos distribuído a todas as instituições de encaminhamento para o mercado de trabalho e de demanda de profissionais qualificados. Em 2009, 16 mil alunos já estão fazendo cursos e outros 6.172 estão na fila de espera.
 
Telecentros – O Programa Telecentros, implantado com os mesmos princípios, requisitos técnicos e metodologia de solução e aprendizado do DF Digital, funciona em 46 igrejas católicas do Distrito Federal. Em 2008, o programa teve 5.655 cursos aplicados e 3.541 alunos certificados em qualificação profissional. Hoje existem 11.392 alunos em sala de aula e 1.153 alunos na fila de espera, o que totaliza 19.086 alunos cadastrados no programa.
 
 
Fonte: Jornal de Brasília (DF) – 07/01

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Amor incondicional...



A fonte da contradição (do sofrimento) é que nos tornamos racionais porém continuamos a sentir falta de afeto e talvez romanticamente, do amor incondicional. Queremos – precisamos do amor (incondicional), mas não arriscamos sentí-lo (oferecê-lo) porque podemos “perder” com isso! Perder o que? Perder coisas concretas, sofrer, etc., porque aprendemos que o importante (racionalmente falando) é receber, ganhar, acrescentar ao patrimônio.
O amor (incondicional) nos parece contrário à vida inteligente.
Ao deixarmos de apostar na utopia deixamos de apostar na humanidade, restando-nos apenas a nossa existência enquanto indivíduos. Não podemos chamar a isso de individualidade e sim de individualismo. Paralelamente um “algo” indefinido nos deixa insatisfeitos, nos gera sofrimento e… não sabemos o porquê. Talvez pelo nosso alto grau de racionalidade e baixo de sabedoria. 
Amor incondicional é de uma elegância imensurável, de uma postura invejável e de uma personalidade única.
Felizes daqueles que são merecedores de serem amados incondicionalmente e mais felizes ainda, aqueles que se permitem amar assim, porque são eles os grandes heróis da vida.
Infelizes daqueles que não conseguem perceber quando despertam esse tipo de amor, que não têm a sensibilidade de sentí-lo ao seu redor e valorizá-lo independente do que podem oferecer a ele.
Amar incondicionalmente é uma arte.
Ser amado assim, um presente divino.

Você sabe o que é Conselho Tutelar?

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Conselho Tutelar do Gama I

Endereço: Área Especial EQ 15/17 Gama Oeste.
Fone: (61) 3905-1361
(61) 3905-1362
FAX : (61) 3556-9677
E-mail: ctgama.df@hotmail.com
Conselheiros:
Andréia
Daniel
Maria das Neves
Maria de Lordes
Vinícius

Conselho Tutelar do Gama II
Endereço: Área Especial S/N Central (Ao lado da Administração do Gama)
Fone: (61)3484-9913
Email: ctgamaleste@hotmail.com
Conselheiros:
Ana Maria Soares
Carlélia Fernandes
Edson Marcos
Eliane Santos
Márcia Maria

Conselhos Tutelares

Art. 131 do Estatuto da Criança e do Adolescente: O Conselho Tutelar é órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente, definidos nesta Lei.

As atribuições dos Conselhos tutelares são, entre outras:
Atendimento às crianças e adolescentes em caso de violação dos seus direitos por ação o omissão do Estado ou da sociedade, por abuso, omissão ou em razão da conduta o dos pais ou responsáveis.
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Receber obrigatoriamente as comunicações referentes aos casos suspeitos ou confirmados de maus tratos, bem como nos casos de faltas injustificadas, evasão escolar ou repetência em níveis elevados de ocorrência, esgotadas as vias de recursos escolares.
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Atendimento aos pais e responsáveis, sendo possível a aplicação de algumas medidas, exemplo: tratamento especializado e encaminhamento a programas de orientação familiar.
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Encaminhar a notícia de fatos que constituem infração administrativa ou penal contra os direitos da criança e do adolescente aos órgãos competentes.